A criança deve ser vista para além das presunções sociais
Vivemos numa sociedade onde parece prevalecer uma social presunção de benignidade, quase inabalável, do ajustamento inato da figura materna e paterna.
Esta reflexão torna-se particularmente relevante quando falamos de crianças, dos seus direitos e da forma como a sociedade tende, muitas vezes, a presumir que a figura materna ou paterna representa sempre cuidado, proteção e equilíbrio.
Artigo de referência publicado em 25.05.2026, por Rute Agulhas, psicóloga clínica e forense, terapeuta familiar e de casal: “O amor de mãe não é inato”: https://www.dn.pt/opiniao-dn/o-amor-de-me-no-inato




